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Economia circular: o que é e como aplicar ao seu negócio de impacto

Lixo é um erro de design. Entenda como criar produtos e serviços que dão nova vida aos resíduos da indústria e preservam o planeta

Economia circular. Um modelo econômico regenerativo e restaurativo, que valoriza os resíduos da indústria como fontes de novas matérias-primas, com alto valor agregado. E, ao contrário do modelo econômico vigente, torna possível produzir sem esgotar os recursos naturais do planeta.

Esse é um tema que deve ser conhecido por empreendedores de impacto social, que podem aplicá-lo aos seus negócios, devido ao potencial de gerar impacto socioambiental e lucratividade. Nessa matéria, você entenderá o que é economia circular e porque ela é importante. Conhecerá exemplos de sua aplicação a diversas indústrias e setores. Será apresentado a startups que desenvolvem produtos e serviços baseados nesse conceito. E, provavelmente, se inspirará a revolucionar o seu negócio de impacto. O futuro é circular!

Boa leitura.


Este é um conteúdo da série:

+imPACTO: Negócios & Propósito


Afinal, o que é economia circular?
Clique para ampliar. Fonte: Nat.Genius 2015

O nome pode causar estranheza, mas o conceito por trás é simples de entender. Basta olhar para a natureza. Nela, não existem lixões e aterros sanitários. Os resíduos de uma espécie, como as folhas secas de uma árvore, servem de nutrientes para outras. O fluxo de materiais é contínuo, em um circuito fechado e circular. Economia circular é aplicar essa mesma lógica ao modelo econômico e aos negócios.

Hoje, o mundo faz o oposto. Pode-se dizer que adota um modelo de economia linear. Empresas retiram matérias-primas da natureza e transformam-nas em produtos que são vendidos, usados e jogados fora. O problema é que não existe fora e esse modelo gera poluição e contaminação. Além de esgotar matérias-primas finitas e não renováveis.

No atual modelo econômico, para que haja crescimento, prosperidade e bem-estar, é necessário produzir e vender sempre mais. Porém, esse ritmo não pode continuar indefinidamente ou o planeta logo ficará sem as suas reservas de matérias-primas importantes, como petróleo e minerais.

É necessário desenvolver métodos para reintroduzir na cadeia produtiva o que hoje se denominam de resíduos. Antes de tudo, deve-se entender que lixo é um erro de design. Empresas só descartam resíduos porque não consideraram o seu valor e como aproveitá-lo. Lixo não é um passivo ambiental, mas um ativo financeiro. É riqueza que a sociedade desperdiça, descartando em aterros sanitários.

Economia circular é muito mais do que reciclagem

É fácil confundir economia circular com reciclagem. No entanto, é um conceito mais amplo. Reciclar uma matéria-prima retirada de um aterro é o que acontece quando tudo o mais deu errado, uma vez que ela não deveria ter parado lá.

Economia circular envolve uma série de estratégias. Deve começar pelo design de métodos de produção que, desde o início, prevêem como dar nova vida aos resíduos. Incluir sistemas de logística reversa para recuperar produtos usados. Desenvolver tecnologias que transformam resíduos em novas matérias-primas tão valiosas quanto as originais (upcycling). Parcerias entre diferentes setores econômicos, uma vez que o resíduo de um pode ser a matéria-prima de outro (exemplos ao longo dessa matéria tornarão esse conceito claro ao leitor). E, claro, também a reciclagem.

Quer entender mais? Assista ao vídeo abaixo elaborado pela Ellen McArthur Foundation:

Por que a economia circular é importante?

Alguns dados tornam mais claro porque é importante fazer a transição da economia linear para a circular.

Por exemplo, um levantamento do Sindicato Nacional das Empresas de Limpeza Urbana (Selurb) estima que o Brasil perde R$ 5,7 bilhões por não reciclar todo o lixo plástico produzido anualmente. Isso, sem contar outros tipos de resíduos.

Um relatório da Circle Economy aponta que a economia circular ajudaria os países a combater as mudanças climáticas. Isso é importante não apenas do ponto de vista ambiental e social, mas também econômico. Por exemplo, um estudo da Christian Aid revelou que, apenas em 2018, 10 desastres climáticos custaram ao mundo 85 bilhões de dólares.

Em 2017, o relatório The New Big Circle: Achieving Growth and Business Model Innovation through Circular Economy Implementation, publicado pelo World Business Council for Sustainable Development e o Boston Consulting Group concluiu que a economia circular pode levar ao crescimento de US$ 4,5 trilhões no PIB em todo o mundo até 2030.

Portanto, não se trata somente de um modismo idealista. Pelo contrário: trata-se de tornar nosso modelo produtivo mais realista e eficiente, com ganhos ambientais, sociais e econômicos.

Aplicações em diferentes setores

Esse é um conceito que pode ser aplicado a qualquer atividade econômica, pois toda a economia global deveria ser circular. Nessa sessão, comentam-se algumas aplicações práticas em setores específicos, para exemplificar.

Na moda

É um dos setores em que mais se encontram iniciativas de economia circular. Uma das práticas de varejistas é receber roupas usadas em suas lojas, em troca de créditos para a compra de novos produtos. Os itens recebidos podem ser utilizados para a criação de novos produtos, ou revendidos como usados. Um exemplo dessa prática é a parceria entre a rede FARM e o marketplace de roupas usadas Enjoei.

Outro exemplo é o uso de resíduos de outros setores para a fabricação de roupas e acessórios. Em Curitiba (PR), a Whatafuck Hamburgueria produz a sua própria cerveja artesanal. O bagaço de malte, resíduo da sua produção, é enviado para a marca de calçados Öus Brasil, que o mistura ao látex e produz o solado do tênis conhecido como Ueno Whatafuck Imperial.

Tem se tornado muito comum também o recolhimento de plásticos descartados em locais inadequados e transformá-los em tecido feito de PET. A The North Face, por exemplo, lançou a linha de camisetas Bottle Source, produzidas a partir de garrafas plásticas recolhidas de três parques norte-americanos. Já a Solgaard produz mochilas feitas de plástico recolhido do oceano.

Outro exemplo notável é o da marca norte-americana Everlane. Ciente de que a fabricação de jeans resulta em resíduos que contaminam a água, decidiu dar-lhes outra destinação. Em parceria com a fabricante Saitex, esses resíduos são transformados em tijolos, depois usados para construir casas populares.

Por fim, é possível notar a utilização de matérias-primas nada convencionais para se produzir tecidos e roupas. É o caso da RumiX, que produz roupas de yoga a partir de grãos de café e cascas de caranguejo (quem imaginaria isso?).

No setor automotivo

É possível reutilizar componentes de veículos usados na produção de novos. A Volvo, por exemplo, promete que, até 2025, pelo menos 25% dos plásticos utilizados em todos os novos modelos serão de material reciclado. Por outro lado, a Nissan anunciou que recolherá e reciclará todas as baterias de íons de lítio usadas em seus veículos elétricos.

Em energia e combustíveis

O lixo pode ser transformado em biocombustíveis e há diversas iniciativas do tipo em todo o mundo. É o caso da brasileira Bnpetro, que retira lixo dos aterros sanitários e o transforma em biocombustíveis. A canadense Enerkem faz algo semelhante, produzindo biocombustíveis a partir de lixo plástico retirado do oceano.

Pode parecer estranho, mas até fezes humanas podem ser reaproveitadas para gerar energia. Em Bristol, no Reino Unido, a companhia energética municipal Bristol Energy decidiu gerar energia a partir do tratamento do esgoto da cidade. Os moradores pagam uma tarifa chamada My Green Plus e recebem 100% de eletricidade renovável e 15% de gás verde, produzida principalmente a partir das fezes dos moradores da cidade. Na Guatemala, um projeto da HomeBiogas faz algo semelhante, ao transformar resíduos orgânicos, esterco animal e fezes humanas em gás de cozinha em uma comunidade carente.

Na construção civil

Esse setor, que usa e descarta materiais com tanta frequência, é cheio de bons exemplos de economia circular.

Nos Estados Unidos, um arquiteto criou uma máquina que recicla resíduos de demolição em um processo ecológico. No MIT, estudantes desenvolveram um método que usa garrafas plásticas para criar um concreto mais resistente do que o tradicional.

Outro exemplo interessante: no México, a EcoDomum constrói casas de baixo custo usando lixo plástico. Assim soluciona dois problemas de uma vez: o déficit habitacional e a poluição plástica. Na Dinamarca, o estúdio de arquitetura dinamarquês Een til Een criou a Casa Biológica, cuja estrutura é feita de produtos residuais da indústria agropecuária, como grama e palha.

E que tal transformar papel higiênico usado em asfalto? Isso está sendo feito na Holanda! As empresas CirTec e KNN Cellulose são capazes de retirar a celulose do papel usado e transformá-lo em um material esponjoso, que é acrescentado à composição do asfalto. Além de dar nova vida ao um resíduo, o novo material ajuda a dar mais permeabilidade ao solo, aumentar a absorção de água da chuva e a durabilidade da pista. O produto também pode ser usado para fabricar bioplásticos e outros materiais de construção.

Na Inglaterra, a MacRebur® faz algo semelhante, mas usando plástico retirado do oceano. A matéria-prima dá origem ao MR6, um “aditivo aglutinante de alto desempenho” que torna as estradas 60% mais resistentes do que as construídas com asfalto convencional.

No design

Também podem-se encontrar exemplos o design, principalmente na criação de móveis, jóias e acessórios.

A Recoffee Design, como o próprio nome indica, aposta na borra de café. Adicionados a aglutinantes naturais, os resíduos do café são usados para produzir jóias, relógios e objetos de decoração. Já a Pentatonic usa todo tipo de material, de smartphones usados a bitucas de cigarro, na produção de móveis.

Você sabia que, literalmente, jogamos ouro no lixo? O mundo produz 45 milhões de toneladas de lixo eletrônico anualmente. Apenas 20% disso é reciclado e o resto vai parar em lixões. Parte dos seus componentes é feita de ouro. Em 2018, a Dell lançou, em parceria com a designer Nikki Reid, uma coleção de jóias, a The Circular Collection, que usa somente ouro reciclado, coletado de peças antigas de computadores.

Iniciativas de grandes empresas

Adidas

A conhecida multinacional de produtos esportivos tem anunciado, nos últimos anos, diversas ações em economia circular. Por exemplo, a partir de 2024, pretende usar plástico 100% reciclado em seus produtos.

Outra ação é o lançamento do FUTURECRAFT.LOOP, tênis de corrida que pode ser reciclado indefinidamente. O modelo possui um projeto de circuito fechado, em que pares velhos poderão ser usados para produzir pares novos, com 100% de reaproveitamento.

A Adidas aposta também em produtos feitos a partir de plástico retirado do oceano, o que ainda ajuda a solucionar o grave problema da poluição dos mares. É o caso de uma linha de tênis e de outra de camisetas de futebol.

Apple

Em 2017, anunciou que pretende fabricar todos os seus produtos unicamente com materiais reciclados. Deve fazer isso com uma cadeia de fornecimento fechada, que usará esquemas de reciclagem e robôs para identificar materiais reutilizáveis. Parte dos materiais poderá vir de dispositivos antigos da própria Apple.

C&A

A varejista de moda anunciou em 2017 a sua primeira coleção de camisetas que seguem padrões de economia circular. Um dos diferenciais das peças é serem produzidas sem excesso de resíduos. E outro é que, ao final da sua vida útil, por meio da compostagem, tornam-se nutrição para o solo. A linha recebeu a certificação de nível Gold da Cradle to Cradle™, da Cradle to Cradle Institute.

Colorado

O que fazer com o bagaço de malte, resíduo da produção de cerveja? A Colorado o aproveitou para fabricar armações para um linha de óculos. A iniciativa foi criada em parceria com a Leaf, estúdio focado na produção de óculos e headphones de madeira artesanais.

Google

Em parceria com a Ellen McArthur Foundation, a Google pesquisa como tecnologias digitais já desenvolvidas pela empresa podem ajudar cidades a fazer a transição para uma economia circular. Um exemplo é o Project Sunroof. Ele permite que proprietários de casas e cidades identifiquem telhados que possam usar painéis solares e ajuda a disseminar o uso de energia renovável local, assim como o uso mais eficiente de seus recursos naturais.

IKEA

Uma das maiores varejistas de móveis do mundo anunciou que planeja criar seus produtos de acordo com princípios da economia circular. Além disso, até 2020 pretende remover todos os produtos de plástico descartável vendidos em suas lojas. Até 2030, usar somente materiais reciclados e renováveis.

Starbucks

Em 2017, a rede de cafeterias anunciou que transformaria todo o plástico descartado pela empresa em móveis para as suas próprias lojas. Além disso, criou uma linha de garrafas reutilizáveis feita de plástico retirado do oceano.

Negócios de impacto em economia circular

Nada como um bom case para entender como esse conceito pode ser aplicado com sucesso aos negócios. Vamos lá!

Boomera

Fundada em 2011, a Boomera fomenta a economia circular por meio da plataforma proprietária CircularPack. A startup já ajudou empresas como P&G, Nestlé, Adidas e Mondelez a reduzir os resíduos produzidos que param em aterros sanitários.

Ao iniciar um novo projeto em uma empresa, a Boomera faz um trabalho de engajamento e sensibilização para disseminar o tema e cria uma estratégia para recuperar os resíduos. Depois implanta sistemas de logística reversa para recuperá-los e então transformá-los em matérias-primas, que são usadas para a criação de produtos em parceria com designers. Site.

Green Mining

A startup recupera embalagens pós-consumo da indústria usando tecnologia para rastreá-la e enviá-la para reciclagem. Executam a coleta com ex-catadores informais, que são contratados pela empresa e saem da informalidade.

Madtech

A startup é pioneira no desenvolvimento de madeira biossintética (feita a partir de resíduos sólidos) na Amazônia, como solução em matéria-prima sustentável e tecnológica para produção de móveis. Sua meta é amenizar os impactos ambientais do acúmulo de resíduos sólidos nos rios e cidades e transformá-los em produtos de alto valor agregado. Além de contribuir para a redução do desmatamento. Site.

Polen

Desenvolve ferramentas digitais que tornam lucrativa a adoção da economia circular por empresas de todos os setores. Sua solução transforma o custo de destinação de resíduos em receita, por meio de uma plataforma online que conecta geradores de resíduos a empresas, que os utilizam como matéria-prima. Site.

Re-Q

Esse criativo dispositivo recicla um resíduo que provavelmente você nunca pensou em reciclar: o sabonete que escoa pelo ralo da pia. Desenvolvido pelos designers Jung Hwan Song e Kim Jong Won, o Re-Q recolhe a água usada e filtra os resíduos de sabonete para transformá-los em novas barras.

Retalhar

Sua missão é ajudar a solucionar o problema das cerca de 175 mil toneladas de resíduos têxteis descartados por ano no Brasil. Por meio de logística reversa, a empresa reduz o desperdício de tecidos, que são reaproveitados para a produção de novas peças de roupa. Nesse processo, aumenta a renda das cooperativas envolvidas na cadeia têxtil. Oferece quatro produtos e serviços: 1) reciclagem de tecidos; 2) cobertores populares (fabricados a partir de uniformes descartados); 3) descaracterização para reuso (uniformes usados reaproveitados); 4) transformação de tecidos em brindes corporativos sob demanda. Site.

SO+MA

Aposta em um programa de vantagens para incentivar as pessoas a doar o seu lixo reciclável e gerar desenvolvimento econômico local. Por meio de um sistema de pontuação online, todos os resíduos entregues são computados e transformados em pontos. Esses podem ser trocados por produtos alimentícios, itens de cuidados básicos, cursos, exames etc. Todo o material recebido é encaminhado para reciclagem por meio de cooperativas de catadores, que são capacitadas a gerenciar os pontos de coleta de maneira sustentável e lucrativa. Por meio de um sistema online, é possível rastrear e relatar todos os impactos positivos ambientais e sociais. Site.

Studio Logo Guará

Esse estúdio de design sustentável utiliza descartes da indústria para criar os produtos como almofadas, pufes, ecobags e mantas. Além disso também alugam móveis para eventos, reduzindo os descartes de materiais gerados por eles. Site.

Triciclos

Surgida no Chile, mas atualmente com matriz no Brasil, começou suas operações em 2009. A startup afirma trabalhar por um mundo sem lixo. E desempenha essa missão com o desenvolvimento de soluções próprias em sistemas de logística reversa, coleta seletiva domiciliar, prestação de serviço por cooperativas de catadores, modelos variados de operações de reciclagem, assessorias e diagnósticos e programas de educação ambiental.

Sua solução mais conhecida são os Pontos Limpos. São pontos de entrega voluntária (PEV) em que o cidadão pode descartar lixo reciclável, que depois é recolhido por cooperativas de catadores. O maior diferencial é a possibilidade de rastrear desde o recebimento dos resíduos nos pontos limpos até a sua reciclagem efetiva.

Outra solução é o Retorna Machine, em que o cidadão deposita o lixo reciclável e ganha créditos para uma série de benefícios. Entre eles, descontos na rede de farmácias Drogaria São Paulo, dedução na conta de Luz da Eletropaulo, crédito no Bilhete Único ou no Cartão BOM, pontos no programa de fidelidade da livraria Saraiva e recarga de telefone pré-pago das operadoras Vivo, Claro, OI e TIM. Também é possível doar os créditos para instituições filantrópicas auxiliadas pela startup.

A Triciclo foi a primeira Empresa B Certificada fora da América do Norte. Também foi premiada em Davos, durante o Fórum Econômico Mundial de 2019, quando obteve o prêmio “The Circulars 2019” na categoria “DellaGood“, um dos prêmios mais prestigiosos de economia circular do mundo. Site.

Para saber mais

Vídeo: como funciona a economia circular

Tim Jackson, professor de Desenvolvimento Sustentável e diretor do Research group on Lifestyles, Values and Environment (RESOLVE), no Centre for Environmental Strategy da University of Surrey, fala sobre economia circular neste vídeo, produzido pela Ellen MacArthur Foundation e pela University Bradford.

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Sua startup adota práticas de economia circular e precisa de apoio? Entenda o que fazer

Se você busca apoio para o seu negócio de impacto se fortalecer e escalar, há algumas atitudes que podem ser tomadas.

Uma é apresentar o seu negócio à Kaleydos por meio deste formulário. A Kaleydos, iniciativa do Instituto Jatobás, é uma plataforma de investimento e desenvolvimento de soluções e negócios que contribuem com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Busca e seleciona startups de impacto em estágio inicial, alinhadas a um ou mais ODS, com potencial de viabilidade e escalabilidade, impacto socioambiental mensurável e modelos de negócios inovadores. Saiba mais aqui.

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