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O capitalismo consciente é o capitalismo do futuro, diz diretora da Natura

Renata Puchala, que comanda o braço de sustentabilidade da empresa, defende que o principal propósito das companhias deve ser servir a sociedade

Pensar em impacto social dentro das empresas não pode simplesmente se limitar a ações filantrópicas separadas. Pelo contrário. Deve estar ligado de maneira intrínseca ao modelo de negócios da companhia. Foi o que defendeu Renata Puchala, diretora de sustentabilidade da Natura, durante o 18° Congresso IBGC, nesta segunda-feira (02/10), em São Paulo.

Renata diz ter aprendido nos tempos de faculdade algo que hoje não faz o menor sentido: empresas são criadas única e exclusivamente para gerar lucro. Ela discorda. “O propósito da empresa tem de ser servir a sociedade”, afirma. “Óbvio que também tem de gerar lucro, mas pensar só nisso é tão pequeno.”

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FOTO: DIVULGAÇÃO/ALEFOTOGRAFO

Redação Kaleydos

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